Arrojei obesas lembranças, mas coloquei em ordem a descrição do que senti. Preferi, e foi mais fácil, falar de outrem, não sendo capaz de falar de mim. Invejei as crianças e seus castelos, pois não têm medo das ondas que estão por vir. Não se preocupam com a labuta em dias de sol mas se ocupam, entorpecendo-se de fantasias. E se no fim da tarde as ondas não virem, põem à baixo o que será a conquista de um novo dia. É sutil a segurança em um mar desconhecido. É assim como o balanço de cegos desejos ou a correnteza te levando comigo.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Sondando os Dons
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Que cores são aquelas detrás dos bambus? Será um pote de ouro no fim do arco-íris? Mas olha, tem anjos brincando também! São eles quem pintam as cores. Mas nem todos fazem isso, outros cantam e fazem sons, cada qual sondando seu dom. Não usam as asas mas eles correm, e como eles correm! espalham sorrisos e pisam descalços o chão.
Alguém está contando uma história e não é só as palavras do livro que ela lê, ela percorre cada olhar e no brilho de cada um ela se vê. Declamou um bocado de sonhos, fez de cada pausa um eterno acalento. Sorriu ao terminar seu prestar-se. Não reclamou nada por isso.
Alguém está contando uma história e não é só as palavras do livro que ela lê, ela percorre cada olhar e no brilho de cada um ela se vê. Declamou um bocado de sonhos, fez de cada pausa um eterno acalento. Sorriu ao terminar seu prestar-se. Não reclamou nada por isso.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Olhar sincero
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Recolho fulgores de olhares desatentos. Aqueles do primeiro encontro, que livres de qualquer conceito não se apegam às incertezas. Assumem como teto a mágica do acaso e faz das transformações da vida seu princípio. Alguns têm brilhos tão intensos que sou capaz de me enxergar e tão próximos à mim os trato com cautela. Já outros são inseguros, pois não prendem os meus.
Discrimino os fulgores que oscilam. Não sabendo o que querem, deixam como obrigação dos outros a arte de compreendê-los. Acham que tudo é certo até mudarem de opinião.
Percebendo-os, um a um, onde está o mais vivo? aquele que se assemelha à uma chama? (desenhado assim, semelhante ao Amor de Vinicius).
Quem dera eternizar esse brilho e não mais se preocupar. Resplendecê-lo em momentos confusos.
Discrimino os fulgores que oscilam. Não sabendo o que querem, deixam como obrigação dos outros a arte de compreendê-los. Acham que tudo é certo até mudarem de opinião.
Percebendo-os, um a um, onde está o mais vivo? aquele que se assemelha à uma chama? (desenhado assim, semelhante ao Amor de Vinicius).
Quem dera eternizar esse brilho e não mais se preocupar. Resplendecê-lo em momentos confusos.
Assinar:
Postagens (Atom)
