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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um vão na Noite em dia de Chuva

Aos Redores de Sta Rita de Caldas - MG (Após um leite de vaca) - (30/07/2010)

Na chuva haviam gotas pesadas de tristeza que inundavam toda a minha espectativa de rever aquelas amigáveis faces. O vento assoprando as copas das árvores perguntava: Onde estão seus amigos? E por que as nuvens choram?
Para cada resposta o silêncio. E a solidão que é amiga, também me esmagava o brilho nos olhos. Me tirava a força de estar em si, que alimenta o vir-a-ser e que é tão sagrada.

Com a chuva ainda restaram saudades. E o fastio que ficou, me engasgava como uma negra serperte intalada na garganta. Já não quero pensar no orgulho dos homens, recorrerei a enxurrada e deixarei levar com ela esse amargo vazio.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Eu e a Cidade

Thermas Antônio Carlos - Poços de Caldas - MG (22/11/2007)

Vejo a cidade que surge por entre as montanhas, uma ponte cresceu, uma árvore caiu e os carros continuam indo. Caminho em suas ruas, observo mentes poluídas que circulam por entre os faróis. Há pessoas andando em linha reta, seus valores estão jogados pelo chão. Eu, ao contrário, joguei os meus no lixo, para que ninguém os visse. Onde estão meus amigos? Quão distantes estão? Sobre o que falaremos?
Agora estou olhando pra mim, quem me vê é a tristeza. Devo estar sujo também, já que não encontro a beleza. Só as músicas continuam belas, estão ricas em harmonia. Mas não são as mesmas, não sou o mesmo. Sobre o que falarei?