Sobre o céu do Paraná (11/09/09)
E as almas coitadas, saem todas desgastadas. Por não falarem de sonhos já nem brilham. Repudiam as cores da tarde e as estrelas que caem.
Quero mesmo é um amor de inverno, quentinho, leve e terno, embaixo do cobertor. Que sorrindo, cochila em meus braços e sua nuca envolvida num laço, aos beijos é favorável. Com esse serei cuidadoso, romântico e também carinhoso, ao sondar de cada suspiro. E conversando no vão sem tempo, sonolento mas ainda atento, adormeço, pois estais comigo.

