As conturbações das emoções são mesmo incompreensíveis. Somos incapazes de processar tantas informações que nos chegam pelos sentidos e o resultado é esta descomunal transformação de estados a qual estamos propensos a todo momento. A linguagem é restritiva e a alegria que tive ontem não é a mesma de hoje, mesmo sendo ambas alegria. E estranho era a tristeza reconfortante que me acalentava. Nosso Eu se intercala entre pensamentos deprimentes e aconchegantes. Quanto menos conheço o mecanismo, mais distante estou daquilo que seria o meu Eu Harmônico. Saio de casa, murmuro no vazio e vejo alguns olhares... me recomponho.
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A Alegria de Viver
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Outro dia tive mais um destes sonhos estranhos. Já faz um certo tempo, porém foi bem marcante para algumas questões reflexivas. Sonhei que estava morto e que caminhava ao lado de uma bela garota, ao meu ver ela era a própria morte. O local onde caminhávamos não se parecia com nada do que imaginamos ser o paraíso ou o inferno, era um simples jardim. Não haviam outras pessoas conosco e íamos em direção ao pôr do sol enquanto conversávamos. Eu, aproveitando desse "tão esperado" momento, fiquei muito empolagado com a oportunidade de sanar algumas inquietudes e comecei questionar a garota sobre as principais questões que perturbam qualquer ser humano - Para onde vou agora? De onde eu vim? Somos seres incompletos? Existe uma Verdade a qual buscamos? - Não me lembro detalhantamente as respostas que obtive, mas por incrível que pareça ela revelava somente as coisas das quais eu mesmo havia pensado em vida. Foi então que no próprio sonho eu pensei - Se eu estou sonhando e somente a percepção que tenho do mundo é conhecida, nada além disso poderia fazer parte do meu entendimento - então me dei conta que a mente da morte era a minha. Acordei frustrado.
Apesar dessas perguntas serem de extrema importância, consigo conviver muito bem sem suas respostas, e uma vez que não podemos ter conhecimento daquilo que excede os limites da nossa realidade, creio que devemos olhar para o mundo, com um olhar de criança. Agindo sem medo de ser feliz e contemplando essa imensa alegria que é a de viver.
Apesar dessas perguntas serem de extrema importância, consigo conviver muito bem sem suas respostas, e uma vez que não podemos ter conhecimento daquilo que excede os limites da nossa realidade, creio que devemos olhar para o mundo, com um olhar de criança. Agindo sem medo de ser feliz e contemplando essa imensa alegria que é a de viver.
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